Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/10364
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dc.contributor.authorCOSTA, Beatriz Matos-
dc.date.accessioned2026-02-13T13:20:58Z-
dc.date.available2026-02-13T13:20:58Z-
dc.date.issued2025-12-16-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/10364-
dc.descriptionThis study is based on the premise that social networks often reinforce stereotypes that have negative implications for young people's self-esteem and emotional health, and may even influence their academic performance. In this sense, the main objective of this article is to analyze the relationship between low self-esteem generated by interactions on social media and young people's academic performance, exploring the challenges faced by students and discussing pedagogical strategies to minimize such effects. The study is based on a narrative literature review that relates self-esteem, social media, and learning, contributing to a scientific understanding of the problem and possible avenues for educational intervention. The literature review points to authors such as Franco and Davis (2011), who state that self-esteem is not something natural; Guimarães (2021) and Noronha (2024), who argue that excessive time on social media affects self-esteem and, consequently, young people's learning. The main finding is that social media prioritizes the virtual world, which influences emotional well-being and, consequently, young people's school performance. It is concluded that the intertwining of these issues that outline the researched topic is rarely addressed in academic literature, and further studies on this issue are needed, given its implications for school performance.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho parte da premissa de que as redes sociais frequentemente reforçam estereótipos que acarretam implicações negativas à autoestima e a saúde emocional dos jovens, podendo inclusive influenciar no desempenho escolar. Nesse sentido, o objetivo principal deste artigo é analisar a relação entre a baixa autoestima gerada pelas interações nas redes sociais e o rendimento escolar dos jovens, explorando os desafios enfrentados pelos estudantes e discutindo estratégias pedagógicas para minimizar tais efeitos. O estudo baseou-se em uma revisão bibliográfica do tipo narrativa que relaciona autoestima, redes sociais e aprendizagem, contribuindo para uma compreensão científica do problema e para possíveis caminhos de intervenção educacional. O levantamento bibliográfico aponta autores como Franco e Davis (2011) que afirmam que a autoestima não é algo natural; Guimarães (2021) e Noronha (2024), que colocam que o tempo excessivo nas redes sociais afeta na autoestima e por consequência na aprendizagem dos jovens. Como principal resultado destaca-se nas redes sociais existe uma priorização do virtual, que influenciam o bem-estar emocional e, consequentemente, o desempenho escolar do jovem. Conclui-se que o entrelaçamento desses assuntos que delineia o tema pesquisado é pouco abordado em literatura acadêmica, é preciso aprofundar os estudos sobre essa questão, uma vez que há implicações no desempenho escolar.pt_BR
dc.publisherUFMApt_BR
dc.subjectBaixa autoestima;pt_BR
dc.subjectLow self-esteem;pt_BR
dc.subjectRedes Sociais;pt_BR
dc.subjectSocial media;pt_BR
dc.subjectAprendizagempt_BR
dc.subjectLearningpt_BR
dc.titleBAIXA AUTOESTIMA NAS REDES SOCIAIS E IMPACTOS NO RENDIMENTO ESCOLARpt_BR
dc.title.alternativeLow self-esteem on social media and its impact on school performancept_BR
dc.typeOtherpt_BR
Aparece nas coleções:TCCs de Graduação em Pedagogia do Campus de Imperatriz

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