Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/10385
Título: Brinquedoteca Hospitalar: percepção de pais e/ou acompanhantes em relação a este espaço
Título(s) alternativo(s): Hospital Playroom: Parents' and/or caregivers' perception of this space.
Autor(es): SANTOS, Liliane Monteiro dos
Palavras-chave: Pedagogia Hospitalar;
Hospital Pedagogy;
Criança hospitalizada;
Hospitalized child;
Brincar;
Play;
Direito
Right
Data do documento: 20-Jan-2026
Editor: UFMA
Resumo: A hospitalização infantil traz para a vida da criança, incômodos em aspectos como o afastamento de suas atividades cotidianas e pessoas do seu convívio, inserida em um ambiente estranho sendo submetida a procedimentos dolorosos. A Brinquedoteca Hospitalar além de um direito, entra nesse contexto como promotora de humanização, alívio, tensões e aproximação do dia a dia da criança e continuidade do desenvolvimento infantil. Neste sentido, este artigo tem como objetivo geral investigar que percepção pais e/ou acompanhantes expressam em relação à Brinquedoteca Hospitalar como direito da criança hospitalizada. Para tanto, embasou se em teorias e estudos já existentes como os de Teixeira e Kishimoto (2021), Viegas (2020), Cunha (2011), Campos (2021), Macedo (2020), Vieira et al. (2023), Rodrigues (2023), Costa et al. (2022), Santos e Menezes (2019) e Rosa et al. (2021) e outros. As lentes metodológicas se ancoram em um estudo exploratório, de abordagem qualitativa e caráter descritivo. O instrumento utilizado para a geração foi a entrevista semiestruturada, realizada com cinco pais e/ou acompanhantes de crianças internadas. Os resultados evidenciaram a necessidade de se divulgar este espaço junto aos pais e/ou acompanhantes, bem como sobre os benefícios que podem se concretizar para crianças hospitalizadas usuárias deste ambiente. De igual modo, ficou nítido como o brincar, o acolhimento e a possibilidade de imersão em um espaço lúdico, tornou-se eficaz para o processo de cura, na visão destes pais e/ou acompanhantes confirmando sua relevância, além de ser um direito legal de crianças em situações de internação.
Descrição: Childhood hospitalization brings discomfort to a child's life, such as separation from their daily activities and familiar people, being placed in a strange environment and subjected to painful procedures. The hospital playroom, besides being a right, enters this context as a promoter of humanization, relief from tension, and connection to the child's daily life, as well as the continuity of child development. In this sense, this article aims to investigate the perceptions parents and/or caregivers express regarding the hospital playroom as a right of the hospitalized child. To this end, it is based on existing theories and studies such as those by Teixeira and Kishimoto (2021), Viegas (2020), Cunha (2011), Campos (2021), Macedo (2020), Vieira et al. (2023), Rodrigues (2023), Costa et al. (2022), Santos and Menezes (2019), Rosa et al. (2021), and others. The methodological approach is based on an exploratory study, with a qualitative and descriptive character. The instrument used for data generation was a semi-structured interview, conducted with five parents and/or caregivers of hospitalized children. The results highlighted the need to publicize this space to parents and/or caregivers, as well as the benefits that can be realized for hospitalized children using this environment. Similarly, it became clear how play, acceptance, and the possibility of immersion in a playful space became effective for the healing process, in the view of these parents and/or caregivers, confirming its relevance, in addition to being a legal right of children in hospital situations.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/10385
Aparece nas coleções:TCCs de Graduação em Pedagogia do Campus de Imperatriz

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