Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/10395
Título: ENSINO DE HISTÓRIA INDÍGENA ATRAVÉS DOS JOGOS: RPG DE MESA E MARANHÃO DO SÉCULO XVII
Título(s) alternativo(s): Teaching Indigenous History Through Games: Tabletop RPGs and 17th-Century Maranhão
Autor(es): CARVALHO, Evilla Maria Leite
Palavras-chave: Ensino de História;
History Teaching;
História Indígena;
Indigenous History;
RPG de mesa;
Tabletop RPG;
Metodologia Pedagógica
Pedagogical Methodology
Data do documento: 7-Ago-2025
Editor: UFMA
Resumo: O tema da pesquisa aborda a necessidade de superar o ensino tradicional de História, que se limita à memorização e posiciona o professor como detentor do conhecimento, especialmente no contexto da História Indígena. O texto critica a abordagem eurocêntrica e linear, que marginaliza os povos indígenas e reproduz estereótipos, apesar da obrigatoriedade legal de valorizar a pluralidade étnico-racial. A pesquisa propõe o Role-Playing Game (RPG) como uma metodologia inovadora para fomentar as aulas de História. O RPG de mesa permite aos alunos assumir papéis históricos, tomar decisões e desenvolver análise crítica, transformando a sala de aula em um espaço de interação e experimentação. O jogo é visto como um "exercício amoroso" que promove o deslocamento e a desobrigação das formalidades, incentivando o "pensar historicamente" através da vivência de diferentes contextos. O trabalho foca no Maranhão do século XVII, para demonstrar como os povos indígenas, como os Tupinambá, atuaram como agentes ativos, utilizando alianças e resistências para preservar seus territórios. Essa perspectiva alinha-se à Nova História Indígena, que reconhece a agência e as estratégias desses povos, desafiando a visão de vítimas passivas. O estudo visa contribuir para uma prática pedagógica que valorize os indígenas e promova uma educação democrática e plural. O RPG é apresentado como uma solução para as dificuldades dos professores em inovar e engajar os alunos, tornando o ensino de História mais crítico, participativo e significativo, permitindo que os estudantes construam o conhecimento de forma ativa.
Descrição: The research topic addresses the need to overcome traditional History teaching, which is limited to memorization and positions the teacher as the holder of knowledge, especially in the context of Indigenous History. The text criticizes the Eurocentric and linear approach, which marginalizes indigenous peoples and reproduces stereotypes, despite the legal obligation to value ethnic-racial plurality. The research proposes Role-Playing Game (RPG) as an innovative methodology to foster History classes. Tabletop RPG allows students to assume historical roles, make decisions, and develop critical analysis, transforming the classroom into a space for interaction and experimentation. The game is seen as a "loving exercise" that promotes displacement and freedom from formalities, encouraging "historical thinking" through the experience of different contexts. The work focuses on 17th-century Maranhão, a period of intense colonial disputes, to demonstrate how indigenous peoples, such as the Tupinambá, acted as active agents, using alliances and resistance to preserve their territories. This perspective aligns with the New Indigenous History, which recognizes the agency and strategies of these peoples, challenging the view of passive victims. The study aims to contribute to a pedagogical practice that values indigenous peoples as historical subjects and promotes a democratic and plural education. RPG is presented as a solution to the difficulties teachers face in innovating and engaging students, making History teaching more critical, participatory, and meaningful, and allowing students to construct knowledge actively.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/10395
Aparece nas coleções:TCC de Graduação em História do Campus do Bacanga

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