Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/10428
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dc.contributor.authorFERREIRA, Giselle dos Santos-
dc.date.accessioned2026-02-23T16:24:52Z-
dc.date.available2026-02-23T16:24:52Z-
dc.date.issued2026-01-20-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/10428-
dc.descriptionThe objective was to systematize the available studies on the percentage contribution of ultra-processed foods (UPF) to the total energy intake of Brazilian children under ten years of age. This was a systematic review study following the PRISMA guidelines, with searches conducted using the MeSH descriptors (ultraprocessed food, ultraprocessed products, ultraprocessed products, ultraprocessed products, children, infants, schoolchildren, preschoolers, Brazil, and Brazilian), combined with the Boolean operators AND and OR, in the Medline, Lilacs, Web of Science, Embase, and Scopus databases. The study included exclusive research published from 2010 to 2025, based on the NOVA food classification and a probabilistic sample of Brazilian children with height measurements. The methodological quality assessment, according to instruments from the Joanna Briggs Institute, indicated a low risk of bias (84.6%–100%). After screening and applying the eligibility criteria, 11 studies were included, including Cross-sectional, Cohort, and Randomized and Longitudinal Clinical Trials, covering all Brazilian macro-regions. The percentage contribution of ultra-processed foods (UPF) in the diet ranged from 19.7% to 47.8% of total energy intake, being higher in children aged six (40.3%) to seven (38%) years and in the South region of the country (63.6%). High consumption of these foods was associated with shorter duration of exclusive breastfeeding (n=5), poorer nutritional quality of the diet (n=3), abdominal obesity (n=1), elevated blood pressure (n=1), and altered lipid profile (n=1). It was concluded that unprocessed foods represented a significant portion of the energy consumed by Brazilian children, reinforcing the need for the implementation of continuous strategies to promote healthy eating and the implementation of public policies that guarantee greater access to healthy foods for the population.pt_BR
dc.description.abstractO objetivo foi sistematizar os estudos disponíveis sobre a contribuição percentual de alimentos ultraprocessados (AUP) na ingestão energética total de crianças brasileiras com menos de dez anos de idade. Estudo de revisão sistemática conduzida conforme diretrizes do PRISMA, com busca elaborada pelos descritores MeSH (ultra-processed foods, ultraprocessed foods, ultraprocessed products, ultraprocessed products, children, infants, schoolchildren, preschoolers, Brazil e brazilian), combinados pelos operadores booleanos AND e OR nas bases Medline, Lilacs, Web of Science, Embase e Scopus, incluindo pesquisas originais publicadas de 2010 a 2025, baseadas na classificação NOVA de alimentos e amostra probabilística de crianças brasileiras saudáveis. A avaliação da qualidade metodológica, segundo instrumentos do Joanna Briggs Institute, indicou baixo risco de viés (84,6%–100%). Após triagem e aplicação dos critérios de elegibilidade, 11 estudos foram incluídos, sendo Transversais, Coortes e Ensaios Clínicos Randomizados e Longitudinais, abrangendo todas as macrorregiões brasileiras. A contribuição percentual de AUP na dieta variou de 19,7% a 47,8% da ingestão energética total, sendo maior em crianças com seis (40,3%) a sete (38%) anos e da região Sul do país (63,6%). O alto consumo desses alimentos associou-se à menor duração do aleitamento materno exclusivo (n=5), pior qualidade nutricional da dieta (n=3), obesidade abdominal (n=1), elevação da pressão arterial (n=1) e alteração no perfil lipídico (n=1). Concluiu-se que AUP representaram parcela expressiva da energia consumida por crianças brasileiras, reforçando a necessidade de implementação de estratégias contínuas de promoção da alimentação saudável e implementação de políticas públicas que garantam o maior acesso da população aos alimentos saudáveis.pt_BR
dc.publisherUFMApt_BR
dc.subjectAlimentos industrializados;pt_BR
dc.subjectProcessed foods;pt_BR
dc.subjectCriança;pt_BR
dc.subjectChild;pt_BR
dc.subjectIngestão de alimentos;pt_BR
dc.subjectFood intake;pt_BR
dc.subjectRevisão Sistemáticapt_BR
dc.subjectSystematic reviewpt_BR
dc.titleContribuição percentual de alimentos ultraprocessados na ingestão energética total de crianças brasileiras: Revisão sistemáticapt_BR
dc.title.alternativePercentage contribution of ultra-processed foods to the total energy intake of Brazilian children: A systematic reviewpt_BR
dc.typeOtherpt_BR
dc.typeTrabalho sob Sigilo. Motivo: O TCC é apresentado em formato de artigo científico e será submetido a uma revista científica com o objetivo de ser publicado. A revista científica exige que o artigo seja original, inédito e que ainda não tenha sido publicado em outra revista científica e ou divulgado em outros meios de comunicação. Data Provável de Liberação: 18 meses.pt_BR
Aparece nas coleções:TCC de Graduação em Nutrição do Campus do Bacanga

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