Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/10447
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dc.contributor.authorBARROS, Maria Luísa Miranda-
dc.date.accessioned2026-02-23T18:35:02Z-
dc.date.available2026-02-23T18:35:02Z-
dc.date.issued2026-01-21-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/10447-
dc.descriptionIntroduction: Sleep quality and nutritional status are relevant factors for the health of the older population, influencing physical, metabolic, and behavioral outcomes. Objective: To evaluate the association between body mass index (BMI) and self-reported sleep quality among Brazilian older adults. Materials and Methods: This cross-sectional study included 5,636 individuals aged ≥60 years who participated in the Brazilian Longitudinal Study of Aging (ELSI-Brazil). Socioeconomic, demographic, and behavioral variables were analyzed, including sex, age group, self-reported skin color, marital status, education level, per capita household income, smoking status, alcohol consumption, and physical activity. BMI was calculated and classified according to the Pan American Health Organization (2001) criteria: underweight, normal weight, overweight, and obesity. Sleep quality was assessed by self-report and categorized as satisfactory (very good, good, and fair) or unsatisfactory (poor and very poor). Statistical analyses were performed using Stata® 14.0, applying the Shapiro–Wilk test to assess normality, Student’s t test to compare BMI by sex, and the chi-square test to analyze the association between BMI and sleep quality, with a significance level of p<0.05. Results: The mean age was 69.8±8.41 years, with a predominance of women (62.1%). Overall, 53,7% self-identified as non-white, 62.0% lived with a partner, 60.1% had at least elementary education, and 60.3% reported a monthly income below one minimum wage. A high prevalence of physical inactivity (72.2%), non-smoking (88.8%), and no alcohol consumption (80.7%) was observed. The mean BMI was 27.6±5.26 kg/m² and was significantly higher among women (28.1±5.58 kg/m²) than among men (26.6±4.54 kg/m²; p<0.001). Most older adults (83.8%) reported satisfactory sleep quality. No statistically significant association was found between BMI and sleep quality; however, a higher prevalence of unsatisfactory sleep was observed among underweight (17.1%) and obese (16.8%) individuals. Conclusion: Although no significant association was found between BMI and self-reported sleep quality among Brazilian older adults, a higher occurrence of unsatisfactory sleep was observed among underweight and obese individuals, which may indicate a multifactorial interaction between sleep and nutritional status throughout aging.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A qualidade do sono e o estado nutricional constituem fatores relevantes para a saúde da população idosa, influenciando desfechos físicos, metabólicos e comportamentais. Objetivo: Avaliar a associação entre o Índice de Massa Corporal (IMC) e a qualidade do sono autorreferida em idosos brasileiros. Material e Métodos: Estudo transversal com 5.636 indivíduos com idade ≥60 anos, participantes do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil). Foram analisadas variáveis socioeconômicas, demográficas e comportamentais, incluindo sexo, faixa etária, cor da pele autodeclarada, estado civil, escolaridade, renda familiar per capita, tabagismo, consumo de álcool e prática de atividade física. O IMC foi calculado e classificado conforme critérios da Organização Pan-Americana da Saúde (2001): baixo peso, eutrofia, sobrepeso e obesidade. A qualidade do sono foi avaliada por autorrelato, sendo categorizada em sono satisfatório (muito bom, bom e regular) e sono insatisfatório (ruim e muito ruim). As análises estatísticas foram realizadas no Stata® 14.0, utilizando-se o teste de Shapiro-Wilk para avaliação da normalidade, o teste t de Student para comparação do IMC segundo sexo e o teste qui-quadrado para analisar a associação entre IMC e qualidade do sono, adotando-se nível de significância de p<0,05. Resultados: A média de idade foi de 69,8±8,41 anos, com predominância do sexo feminino (62,1%). Do total, 53,7% se autodeclararam não brancos, 62,0% viviam com companheiro, 60,1% possuíam ao menos ensino fundamental e 60,3% apresentavam renda mensal inferior a um salário mínimo. Observou-se elevada prevalência de sedentarismo (72,2%), ausência de tabagismo (88,8%) e não consumo de álcool (80,7%). O IMC médio foi de 27,6±5,26 kg/m², sendo significativamente maior entre as mulheres (28,1±5,58 kg/m²) em comparação aos homens (26,6±4,54 kg/m²; p<0,001). A maioria dos idosos (83,8%) relatou sono satisfatório. Não foi identificada associação estatisticamente significativa entre IMC e qualidade do sono; contudo, observou-se maior prevalência de sono insatisfatório entre indivíduos com baixo peso (17,1%) e obesidade (16,8%). Conclusão: Embora não tenha sido identificada associação significativa entre o IMC e a qualidade do sono autorreferida em idosos brasileiros, observou-se maior ocorrência de sono insatisfatório entre indivíduos com baixo peso e obesidade, o que pode indicar uma interação multifatorial entre sono e estado nutricional ao longo do envelhecimento.pt_BR
dc.publisherUFMApt_BR
dc.subjectÍndice de Massa Corporal;pt_BR
dc.subjectBody Mass Index;pt_BR
dc.subjectSono;pt_BR
dc.subjectSleep;pt_BR
dc.subjectEnvelhecimento;pt_BR
dc.subjectAging;pt_BR
dc.subjectELSI-Brasilpt_BR
dc.subjectELSI-Brazilpt_BR
dc.titleASSOCIAÇÃO ENTRE ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E QUALIDADE DO SONO AUTORREFERIDA: ANÁLISE DO ESTUDO LONGITUDINAL DA SAÚDE DOS IDOSOS BRASILEIROS (ELSI-BRASIL)pt_BR
dc.title.alternativeASSOCIATION BETWEEN BODY MASS INDEX AND SELF-REPORTED SLEEP QUALITY: ANALYSIS OF THE LONGITUDINAL STUDY OF THE HEALTH OF BRAZILIAN ELDERLY (ELSI-BRASIL)pt_BR
dc.typeOtherpt_BR
Aparece nas coleções:TCC de Graduação em Nutrição do Campus do Bacanga

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