Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/10545
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dc.contributor.authorSANTOS, Amanda Silva dos-
dc.date.accessioned2026-03-12T16:12:49Z-
dc.date.available2026-03-12T16:12:49Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/10545-
dc.description.abstractResumo: A invisibilidade social é uma discussão fundamental, especialmente quando relacionada a grupos marginalizados como os flanelinhas e inserida em um contexto urbano específico como a área central em Imperatriz/MA. Esses trabalhadores exercem suas atividades em espaços públicos e urbanos, sendo frequentemente estigmatizados, criminalizados e responsabilizados individualmente por sua condição social. O presente estudo teve como objetivo analisar o fenômeno da culpabilização fetichizada associado ao trabalho dos flanelinhas, a partir de uma leitura marxista da invisibilidade social que atravessa essa forma de trabalho. Fundameta-se no materialismo histórico-dialético, aguçando categorias centrais do pensamento marxista como fetichismo da mercadoria, alienação e exploração do trabalho para compreender como as determinações estruturais do modo de produção capitalista são ocultadas por discursos que individualizam a pobreza e naturalizam a exclusão social. Com uma pesquisa de abordagem qualitativa e de caráter bibliográfico, articulada à análise empírica da invisibilidade social local. Os resultados indicaram que a culpabilização fetichizada opera como um mecanismo ideológico que desloca a atenção das contradições estruturais do capital, atribuindo aos próprios trabalhadores a responsabilidade por sua marginalização. De forma que, tal processo contribui para a reprodução da invisibilidade social, para a legitimação da negação de direitos e para o reforço de práticas de controle e repressão sobre esses sujeitos. Assim, conclui-se que a compreensão crítica do trabalho dos flanelinhas, sob a perspectiva marxista, é fundamental para dar mais clareza as relações de exploração e desigualdade que sustentam o capitalismo periférico, bem como para orientar políticas públicas comprometidas e subsidiadas com a justiça social. Abstract: Social invisibility is a fundamental issue, particularly when examined in relation to marginalized groups such as informal car guards, within a specific urban context like the central area of Imperatriz, Brazil. These workers carry out their activities in public urban spaces and are frequently stigmatized, criminalized, and individually blamed for their social condition. This study aims to analyze the phenomenon of fetishized blame associated with the work of informal car guards, drawing on a Marxist interpretation of the social invisibility that permeates this form of labor. Grounded in historical-dialectical materialism, the analysis mobilizes central categories of Marxist thought—such as commodity fetishism, alienation, and labor exploitation—to examine how the structural determinations of the capitalist mode of production are obscured by discourses that individualize poverty and naturalize social exclusion. The research adopts a qualitative approach, combining a bibliographic review with an empirical analysis of local social invisibility. The findings indicate that fetishized blame operates as an ideological mechanism that diverts attention from the structural contradictions of capital, attributing responsibility for marginalization to the workers themselves. This process contributes to the reproduction of social invisibility, legitimizes the denial of rights, and reinforces practices of control and repression directed at these subjects. The study concludes that a critical understanding of informal car guard labor from a Marxist perspective is essential to elucidate the relations of exploitation and inequality that sustain peripheral capitalism, as well as to inform public policies grounded in social justice.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopt_BR
dc.subjectInvisibilidade social;pt_BR
dc.subjectflanelinhas;pt_BR
dc.subjecttrabalho informal;pt_BR
dc.subjectculpabilização fetichizada.pt_BR
dc.subjectSocial invisibility;pt_BR
dc.subjectinformal car guards;pt_BR
dc.subjectinformal labor;pt_BR
dc.subjectfetishized blame.pt_BR
dc.titleCulpabilização fetichizada e o trabalho dos flanelinhas em Imperatriz/MA: uma leitura marxista da invisibilidade socialpt_BR
dc.title.alternativeFetishized blame and informal car guard labor in Imperatriz/MA, Brazil: a marxist analysis of social invisibilitypt_BR
dc.typeOtherpt_BR
Aparece nas coleções:TCC de Graduação em Ciências Humanas/Sociologia do Campus de Imperatriz

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