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http://hdl.handle.net/123456789/10708Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | ARAUJO, Rayane Dutra de | - |
| dc.date.accessioned | 2026-04-28T14:26:09Z | - |
| dc.date.available | 2026-04-28T14:26:09Z | - |
| dc.date.issued | 2025-06-30 | - |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/10708 | - |
| dc.description.abstract | RESUMO: A seguinte monografia pretende discorrer sobre a possibilidade de interconexão dos conceitos de Ciência Genuína, Belo e Sublime no pensamento kantiano. Por Ciência, Kant compreende todo conhecimento que se caracterize por apodítico, isso quer dizer um entendimento sistemático que pode alcançar verdades necessárias que não dependem de condições particulares, mas que valem para todos os indivíduos em qualquer situação, portanto esta Ciência é construída com princípios a priori universalmente válidos independente das circunstâncias que não advêm de uma experiência, contudo da própria razão. Após isso será exposta a natureza do juízo estético distinguindo-o entre o belo e o sublime tratando o primeiro como algo que desperta um prazer imediato desinteressado enquanto o segundo evoca uma sensação de grandeza fascinante. Assim, buscaremos demonstrar que, na contramão de Baumgarten, segundo a estética kantiana, não é possível considerar o belo e o sublime como objetos de uma ciência, visto que se tratam de experiências subjetivas, ligadas ao sentimento de prazer ou desprazer, e não a propriedades objetivas dos próprios objetos. Por fim partiremos da definição do sistema das belas artes estabelecido por Kant na terceira crítica para enquadrarmos uma análise sobre a obra cinematográfica do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal com o intuito de compreender como ela pode suscitar no espectador juízos estéticos que exemplificam os conceitos kantianos, visto que no filme determinadas cenas, como por exemplo, a vastidão do castelo, a imponência das paisagens ou a força dos eventos mágicos , ultrapassam os limites da sensibilidade comum , revelando assim a presença de experiências do belo e do sublime que iluminam, na prática, as ideias desenvolvidas por Kant.__ABSTRACT: This dissertation aims to discuss the possibility of an interconnection between the concepts of Genuine Science, the Beautiful, and the Sublime in Kantian thought. By Science, Kant understands all knowledge that is characterized as apodictic; that is, a systematic understanding capable of reaching necessary truths that do not depend on particular conditions but are valid for all individuals in any situation. Therefore, this Science is constructed from universally valid a priori principles, independent of circumstances and not derived from experience, but rather from reason itself. Following this, the nature of aesthetic judgment will be examined, distinguishing between the beautiful and the sublime: the former being that which arouses an immediate disinterested pleasure, while the latter evokes a sense of fascinating grandeur. Thus, we shall seek to demonstrate that, contrary to Baumgarten, according to Kantian aesthetics, it is not possible to consider the beautiful and the sublime as objects of a science, since they are subjective experiences related to feelings of pleasure or displeasure, and not to objective properties of the objects themselves. Finally, we shall turn to the definition of the system of fine arts established by Kant in the Critique of Judgment in order to frame an analysis of the cinematographic work Harry Potter and the Philosopher’s Stone. The aim is to understand how the film can elicit in the spectator aesthetic judgments that exemplify Kantian concepts, since in certain scenes—such as the vastness of the castle, the grandeur of the landscapes, or the power of magical events—the limits of ordinary sensibility are surpassed, thus revealing the presence of experiences of the beautiful and the sublime, which in practice illuminate the ideas developed by Kant. | pt_BR |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Maranhão | pt_BR |
| dc.subject | ciência; | pt_BR |
| dc.subject | Harry Potter; | pt_BR |
| dc.subject | belo; | pt_BR |
| dc.subject | sublime; | pt_BR |
| dc.subject | Immanuel kant; | pt_BR |
| dc.subject | science; | pt_BR |
| dc.subject | Harry Potter; | pt_BR |
| dc.subject | beautiful; | pt_BR |
| dc.subject | sublime; | pt_BR |
| dc.subject | Immanuel Kant. | pt_BR |
| dc.title | Sobre a impossibilidade de uma ciência do belo e do sublime: uma análise da estética Kantiana | pt_BR |
| dc.title.alternative | On the impossibility of a science of the beautiful and the sublime: an analysis of Kantian aesthetics. | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC de Graduação em Ciências Humanas/Sociologia do Campus de São Bernardo. | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| Rayane_Araújo.pdf | Trabalho de Conclusão de Curso | 536,4 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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