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dc.contributor.authorSANTOS, Nanashara Carneiro Oliveira-
dc.date.accessioned2026-05-18T18:52:05Z-
dc.date.available2026-05-18T18:52:05Z-
dc.date.issued2026-01-07-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/10714-
dc.descriptionThis article results from activities carried out within the scope of the “Consultation protocol and territorial protection plans for quilombola communities in the state of Maranhão”, financed by the Ministry of Human Rights and Citizenship in partnership with the Federal University of Maranhão. The territory of Camaputiua is made up of 28 communities, located in the municipality of Cajari, in the Baixada Maranhense microregion. The objective is to analyze the elements that make up the territoriality of Camaputiua and its identity diversity, the practices and ways of life linked to regional biodiversity and the ancestral sociocultural universe of the quilombo. The methodology involved field visits to carry out workshops and the application of forms for occupational surveys. Conflicts have been noted in the region with buffalo breeders, due to the electrical fencing of streams and babassu groves, which promotes insecurity for the population. Indeed, decolonizing the perception of quilombola communities is a sociocultural, political and historical urgency in the fight against structural racism that marginalizes traditional peoples and tries to silence them. Despite the adversities, the quilombos, like Camaputiua, continue to formulate their narratives of resistance, raising their voices governed by ethnic ties that perpetuate knowledge, cultures and ancestral experiences embedded in, unknown to many, deep Maranhão.pt_BR
dc.description.abstractO presente artigo resulta das atividades executadas no âmbito do “Protocolo de consulta e planos de proteção territorial de comunidades quilombolas no estado do Maranhão”, financiado pelo Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania em parceria com a Universidade Federal do Maranhão, e enfoca especificamente o território Camaputiua, composto por 28 comunidades, situadas no município de Cajari, na microrregião da Baixada Maranhense. O objetivo é analisar os elementos que compõem a territorialidade de Camaputiua e sua diversidade identitária, as práticas e modos de vida ligados à biodiversidade regional e o universo sociocultural ancestral do quilombo. A metodologia envolveu visitas de campo para a realização de oficinas e a aplicação de formulários para levantamento ocupacional. Constataram-se conflitos na região com criadores de bubalinos, devido ao cercamento elétrico dos igarapés e babaçuais, que promove insegurança à população. Com efeito, descolonizar a percepção sobre as comunidades quilombolas é uma urgência política, histórica e sociocultural, na luta contra o racismo estrutural que marginaliza os povos tradicionais tentando silenciá-los. Não obstante as adversidades, os quilombos, a exemplo de Camaputiua, seguem formulando suas narrativas de resistência, erguendo suas vozes regidas pelos laços étnicos que perpetuam saberes, culturas e vivências ancestrais entranhadas no, desconhecido por muitos, Maranhão profundo.pt_BR
dc.publisherUFMApt_BR
dc.subjectQuilombo;pt_BR
dc.subjectQuilombo;pt_BR
dc.subjectEtnicidade;pt_BR
dc.subjectEthnicity;pt_BR
dc.subjectConflitos;pt_BR
dc.subjectConflicts;pt_BR
dc.subjectResistência;pt_BR
dc.subjectResistance;pt_BR
dc.subjectMaranhão profundopt_BR
dc.subjectDeep Maranhãopt_BR
dc.titleTERRITORIALIDADE E ETNICIDADE EM CAMAPUTIUA: Resistências de um quilombo no Maranhão profundopt_BR
dc.title.alternativeTerritoriality and Ethnicity in Camaputiua: Resistances of a Quilombo in the heart of Maranhãopt_BR
dc.typeOtherpt_BR
Aparece nas coleções:TCCs de Licenciatura Interdisciplinar em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros

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