Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/10717
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dc.contributor.authorPEREIRA, Sarah Silva-
dc.date.accessioned2026-05-19T11:18:52Z-
dc.date.available2026-05-19T11:18:52Z-
dc.date.issued2026-01-20-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/10717-
dc.description.abstractRESUMO A subfamília Anophelinae abriga os principais vetores da malária, cuja distribuição está intimamente ligada a fatores ambientais. Este estudo analisou a composição e distribuição dessas espécies no estado do Maranhão, uma região de transição entre os biomas Amazônia, Cerrado e pequenas manchas de Caatinga. Foram integrados registros de ocorrência provenientes de levantamento bibliográfico, análise de material da Coleção Entomológica do Laboratório de Entomologia e Vetores (LEV/UFMA) e consulta a coleções de referência. A distribuição espacial foi avaliada por meio de estimativa de densidade de Kernel (KDE) e o padrão de ocupação antrópica pelo Human Footprint Index (HFI, 2000-2020). A similaridade faunística com as regiões Norte e Nordeste foi calculada utilizando os índices de Jaccard e Sørensen. Foram registradas 28 espécies de Anophelinae no estado, com predomínio de espécies do subgênero Nyssorhynchus, como Anopheles (Nys.) albitarsis s.l., An. (Nys.) darlingi, An. (Nys.) aquasalis, An. (Nys.) goeldii e An. (Nys.) triannulatus. A análise espacial revelou a concentração dos registros nas regiões norte e nordeste do estado, especialmente em áreas costeiras e da Baixada Maranhense, com significativas lacunas amostrais no Cerrado e nas zonas de transição com a Caatinga, no sul e sudeste. A distribuição dos registros por bioma foi desigual: 59% na Amazônia, 28% no Cerrado e 13% na Caatinga, refletindo tanto gradientes ambientais quanto viés histórico de amostragem. Os mapas de HFI indicaram maior pressão antrópica nas regiões sul e sudeste, que coincidem com áreas de menor cobertura amostral. Os índices de similaridade mostraram maior afinidade da fauna maranhense com a Região Norte (Jaccard=0,79; Sørensen=0,89) do que com o Nordeste brasileiro (Jaccard=0,68; Sørensen=0,81), evidenciando a influência biogeográfica amazônica. Conclui-se que a composição anofélica do Maranhão é diversa e reflete sua posição ecotonal, mas o conhecimento atual é limitado por um esforço amostral geograficamente desigual. Os resultados destacam áreas prioritárias para futuros inventários e fornecem subsídios para estudos biogeográficos e ações de vigilância entomológica no estado.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopt_BR
dc.subjectanopheles;pt_BR
dc.subjectbiogeografia;pt_BR
dc.subjectecótono;pt_BR
dc.subjectmalária;pt_BR
dc.subjectbiomas;pt_BR
dc.subjectesforço amostral.pt_BR
dc.titleComposição e distribuição dos anofelinos (Diptera: Culicidae: Anophelinae) no Estado do Maranhão: padrões biogeográficos e lacunas de amostragempt_BR
dc.title.alternativeComposition and distribution of anopheline mosquitoes (Diptera: Culicidae: Anophelinae) in the State of Maranhão: biogeographic patterns and sampling gapspt_BR
dc.typeOtherpt_BR
Aparece nas coleções:TCCs de Graduação em Ciências Biológicas (Licenciatura) do Campus do Bacanga

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