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dc.contributor.authorLIRA, Tamilis Fonteles-
dc.date.accessioned2025-03-07T16:14:37Z-
dc.date.available2025-03-07T16:14:37Z-
dc.date.issued2023-03-11-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/8865-
dc.description.abstractRESUMO Introdução: O traumatismo cranioencefálico (TCE) pode ser caracterizado por qualquer dano oriundo de um trauma externo incidido contra o crânio, bem como podem causar desfechos imediatos, além de tornarem-se importante causa de morbimortalidade e incapacidades neurológicas temporárias. As principais causas de TCE, são as quedas da própria altura na posição ereta, acidentes automobilísticos e a violência. No que tange ao perfil geral dos pacientes admitidos por TCE, os homens são as principais vítimas, tendo como causas fundamentais as quedas e os acidentes automobilísticos. Justificativa: Apesar do TCE ser causa importante de óbito, há uma escassez de dados, sendo necessário investigar realidade do interior do Maranhão. Objetivo: Analisar as características clínicas e desfecho dos pacientes com diagnóstico de Traumatismo Cranioencefálico (TCE) admitidos no Hospital Municipal de Imperatriz, no ano de 2021. Metodologia: Tratou-se de uma pesquisa de campo, transversal, observacional com abordagem quantitativa descritiva em um hospital de alta complexidade no município de Imperatriz - MA. A amostragem do estudo foi realizada por conveniência e constituiu-se com base nos casos de Traumatismo Cranioencefálico admitidos no Hospital Municipal de Imperatriz (HMI), que foram identificados pelos CID S062, S063, S099, S098, S069, S068, S009, S008, S007.Para a tabulação foi utilizada a versão 16 do programa Microsoft Excel e a análise descritiva feita a partir com o software SPSS, versão 22, e aplicação do teste Qui-quadrado de Pearson para melhor estudar a associação das variáveis analisadas. Resultados e Discussão: A população do sexo masculina e a faixa etária entre 14 e 34 anos foram as mais acometidas por TCE e tiveram como principal mecanismo de trauma o acidente automobilístico e a queda da própria altura. Tais dados foram encontrados de forma semelhante na literatura, corroborando, portanto, com o presente estudo. Outrossim, uma grande parte dos pacientes realizaram exames de imagem, tendo como o principal exame realizado a tomografia computadorizada de crânio e o TCE leve foi a forma mais comum na população, na qual a maioria dos pacientes tiveram apenas tratamento clínico. Durante o estudo, a minoria dos pacientes necessitou de tratamento cirúrgico e cerca de 10 pacientes foram à óbito. Ademais, observou-se a escassez de registro em prontuário acerca de suas condições clínicas, e sobretudo a escala de coma de Glasgow. Conclusão: Observa-se a necessidade de reuniões e orientações acerca da importância do registro adequado das informações dos pacientes em prontuários, com intuito de entender melhor a epidemiologia do TCE.pt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopt_BR
dc.subjecttraumatismos craniocerebrais;pt_BR
dc.subjectepidemiologia clínica;pt_BR
dc.subjectmortalidade.pt_BR
dc.titleAnálise de indicadores clínicos e desfecho dos pacientes com trauma cranioencefálico em um hospital de nível terciáriopt_BR
dc.title.alternativeAnalysis of clinical indicators and outcome of patients with traumatic brain injury in a tertiary hospitalpt_BR
Aparece nas coleções:TCCs de Graduação em Medicina do Campus de Imperatiz

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