Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/8974
Título: Retratos do mal-estar docente na educação infantil
Título(s) alternativo(s): Portraits of teaching malaise in early childhood education
Autor(es): PEREIRA, Jeciane Silva
Palavras-chave: mal-estar;
docente;
educação infantil;
malaise;
teacher;
early childhood education;
Data do documento: 10-Mar-2025
Editor: Universidade Federal do Maranhão
Resumo: RESUMO: Com as constantes mudanças na cultura contemporânea, as professoras da educação infantil têm o seu mal-estar intensificado. Assim, a presente pesquisa tem como objetivo analisar de que forma as docentes da educação infantil expressam o seu mal-estar diante do seu ofício, perceber como ele se manifesta, identificar a sua relação com os desafios enfrentados e verificar de que maneira as docentes atuam no enfrentamento desse mal-estar. Trata-se de uma investigação de abordagem qualitativa, com revisão bibliográfica e pesquisa de campo. O instrumento utilizado para coletar os dados foi entrevista semiestruturada realizada com 5 professoras de uma instituição de educação infantil situada em São Luís - MA. O embasamento teórico inclui as contribuições de Freud (2010) no que diz respeito ao conceito do mal estar como um estado perturbador inerente à condição humana; Fanizzi (2023), com sua abordagem sobre o sofrimento docente; Guisso (2020), que explora as vivências das docentes no contexto da educação infantil. Concluiu-se que a cultura contemporânea, marcada por mudanças tecnológicas, educacionais e sociais, contribui diretamente para o mal-estar das professoras. A exposição excessiva a telas e a falta de tempo dos pais com os filhos têm levado a um aumento no estresse e na dificuldade em lidar com o comportamento das crianças. Portanto, a pesquisa se justifica pela necessidade de compreender os aspectos que contribuem para o mal estar docente na educação infantil.__ABSTRACT: With the constant changes in contemporary culture, early childhood education teachers experience intensified discomfort. Thus, this research aims to analyze how early childhood education teachers express their discomfort in relation to their profession, understand how it manifests, identify its relationship with the challenges they face, and examine how teachers act to cope with this discomfort. This is a qualitative investigation, involving a literature review and field research. The instrument used to collect data was a semi-structured interview conducted with 5 teachers from an early childhood education institution located in São Luís, MA. The theoretical framework includes contributions from Freud (2010) regarding the concept of discomfort as a disturbing state inherent to the human condition; Fanizzi (2023), with his approach to teacher suffering; and Guisso (2020), who explores the experiences of teachers in the context of early childhood education. It was concluded that contemporary culture, marked by technological, educational, and social changes, directly contributes to the discomfort of teachers. Excessive screen exposure and the lack of time parents spend with their children have led to increased stress and difficulty in managing children's behavior. Therefore, the research is justified by the need to understand the aspects that contribute to teacher discomfort in early childhood education.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/8974
Aparece nas coleções:TCCs de Graduação em Pedagogia do Campus do Bacanga

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